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Mostrando postagens com o rótulo teoria

MARTINE, Joly. O que é uma Imagem?

MARTINE, Joly. Capítulo 1: O que é uma Imagem?. In: INTRODUÇÃO à análise da Imagem. Lisboa: Ed. 70, 2007. p. 13 - 44. PREFÁCIO “A utilização das imagens generaliza-se de fato e, quer as olhemos quer as fabriquemos, somos quotidianamente levados à sua utilização, decifração e interpretação.” p. 9 Paradoxo - imagens parecem ser naturais e sentimos que não precisamos aprender sobre ela mas, ao mesmo tempo, sentimos que podemos ser influenciados por quem as domina. “ É precisamente por sermos feitos da mesma massa da imagem que ela nos é tão familiar e que não somos as cobaias que por vezes julgamos ser.” p. 10 Entender a análise da imagem nos torna menos passíveis. Método Seguido “(...) semiótica permite não apenas reconciliar usos da palavra imagem, mas também abordar a complexidade da sua natureza, entre imitação, sinal e convenção. “ p. 11 Implicações da análise de imagem: a recusa ou o desejo por ela, as precauções preliminares, as expectativas que ela suscita ou seu contexto ...

FABRIS, Annateresa. Modernidade e vanguarda: o caso brasileiro

FABRIS, A.. Modernidade e Vanguarda: O Caso Brasileiro. In: FABRIS, Annateresa. (Org.). Modernidade e modernismo no Brasil. CAMPINAS: MERCADO DE LETRAS, 1994, v. , p. 9-25. Não é possível operar uma ideia única de modernidade, por isso ela opta por analisar alguns discursos. Clement Greenber → tipificou o discurso da autorreferencialidade da arte moderna → uso dos métodos de uma disciplina para criticá-la e não subvertê-la "A ideia hegeliana da morte da arte ecoa nas concepções de Greenberg, que percebe uma única saída para evitar a crise anunciada com o advento de uma sociedade de massa: a autolimitação imposta, o fechamento dentro dos próprios limites, a concentração na natureza intrínseca do meio. Desse modo, a arte moderna recorta uma área de competência própria que não se confunde com qualquer outra expressão artística, pois suas características são a busca da superfície plana, a preocupação com o formato do suporte e as qualidades dos pigmentos. (...) Ao privilegiar o ót...

CHARTIER, Roger. À Beira da Falésia

CHARTIER, Roger. À Beira da Falésia : a história entre certezas e inquietude. Porto Alegre: Ed. Universidade/Ufrgs, 2002. 278 p. Tradução de: Patrícia Chittoni Ramos. Introdução geral Crise da História → p. 7-8 Desafio para a nova história das sociedades → p. 10 Importância da noção de representação → ela articula três coisas: 1) representações coletivas que incorporam nos indivíduos as divisões do mundo social, 2) formas de exibição e estilização da identidade que pretendem ver reconhecida, 3) delegação a representantes da coerência e estabilidade da identidade assim afirmada. "A história da construção das identidades sociais encontra-se assim transformada em uma história das relações simbólicas de força." p. 11 Essa parte é uma aula de teoria e, como sempre, eu não entendi n-a-d-a. "Nesses últimos anos, três noções sustentaram a reflexão das ciências humanas e sociais: discurso, prática, representação." p. 18 Primeira parte: PERCURSO Introdução Os quatro...

BURKE, Peter. Testemunha ocular: história e imagem

BURKE, Peter. Testemunha ocular: história e imagem. Trad. Vera Maria Xavier dos Santos. Bauru: EDUSC, 2004. INTRODUÇÃO O Testemunho das Imagens O estudo de “novos” campos da história (mentalidades, corpo, cotidiano, etc) só é possível porque os historiadores não se limitaram às fontes tradicionais oficiais. A Invisibilidade do visual Poucos historiadores usam a imagem como fonte de fato e, quando usa, “é frequentemente utilizada para ilustrar conclusões a que o autor já havia chegado por outros meios (...)” p.12 Alguns historiadores usavam imagens como evidências em períodos sem documentos escritos, ou com poucos, como no caso da pré história. Ele cita alguns caso da Idade média também. Jacob Burckhardt e Johan Huizinga estudaram imagens. Huizinga -> “o que o estudo da história e a criação artística têm em comum é um modo de formar imagens.” p.14 Imagens também foram usadas por Aby Warburg, Frances Yates e Gilberto Freyre. Freyre -> “que descreveu a si mesmo como um pin...

BURKE, Peter. O que é história cultural?

  4. Um novo paradigma? 1970-80 →historiadores + antropólogos → inovações na história cultural Nova História Cultural (NHC) , expressão entrou em uso no final da década de 1980. É o tipo de história mais praticado hoje (no ano que ele escreve). 1987 - Lynn Hunt - Lança Nova história cultural (livro) Nova história cultural: o nova é para distinguir da nouvelle histoire francesa da déc. de 70, o cultural é para diferenciar da social. NHC foi uma resposta à expansão do domínio da cultura e da teoria cultural. QUATRO TEÓRICOS Teóricos que a obra foi particularmente importante para a NHC: Mikhail Bakhtin, Norbert Elias, Michel Foucault e Pierre Bourdieu. O primeiro é teórico das linguagens, os outros são sociais. MIKHAIL BAKHTIN Russo, inspirou a Escola Tartu de semiótica. 1965 - Cultura popular na Idade Média e Renascimento → traz os conceitos: carnavalização, destronar, linguagem do mercado e realismo grotesco. Bakhtin via importância na subversão e penetração da alta ...